segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Encontrei as gueixas filipinas!

Esta postagem é dedicada à Cindy, com quem já idealizei um romance escrito sobre as raras personagens que dão nome a este título.

Na pousada de Siquijor, cujos proprietários são japoneses (Sr e Sra Harada), as garçonetes (simpaticíssimas) usam quimono para nos atender à noite.  No resto do dia, o uniforme é mais simples e fresquinho.  Como o Sr Harada desenvolve uma série de ações sociais para incluir a população da ilha e dotá-la de instrumental para atuar na indústria de turismo, essas meninas (e os meninos que atuam em outros cargos) foram recrutadas nas comunidades vizinhas à pousada.  Muitos ainda frequentam a escola, pois os vimos chegando uniformizados à pousada, à tarde.

Fay (com o apelido Guin-Guin) era uma das mais velhas e quem trabalhava em todos os turnos do restaurante.  Como resultado, desenvolvemos um relacionamento mais estreito com ela.  Uma personalidade mais complexa se escondia por baixo da fantasia proposta pelo proprietário, que se revelava pela ironia e cumplicidade demonstrada pela Guin-Guin aos nossos comentários.

Torcemos para que essa garotada tão gentil e carinhosa encontre bons caminhos neste país tão castigado.

Parte da equipe do Villa Marmarine

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